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Agentes de IA avançam no Brasil e começam a executar fluxo

A aplicação de inteligência artificial, que vai além de responder comandos, passando a planejar, coordenar e executar fluxos de trabalho completos,...

Redação
Por: Redação Fonte: Agência Dino
11/02/2026 às 17h26
Agentes de IA avançam no Brasil e começam a executar fluxo
Imagem Reprodução Freepik Premium

O uso de agentes de inteligência artificial (IA) que não apenas respondem comandos, mas planejam, articulam e executam fluxos de trabalho inteiros já é uma realidade no Brasil. Empresas de diferentes setores começam a adotar essas tecnologias para acelerar processos, reduzir etapas manuais e integrar sistemas de forma mais eficiente.

Ao reduzir etapas manuais e facilitar a integração entre sistemas, a adoção desses agentes tem permitido maior eficiência operacional e ganho de escala para empresas que buscam agilidade e competitividade.

No mercado de criação de software, o impacto é ainda mais evidente. Ferramentas capazes de gerar código, integrar plataformas e monitorar desempenho automaticamente estão transformando a rotina de desenvolvedores e modelos de entrega de agências digitais.

Agentes de IA deixam a fase experimental e ganham escala no país

Segundo estudo do Google Cloud, 62% das lideranças de grandes empresas no Brasil relatam já utilizar agentes de IA em suas operações. Esse movimento representa uma evolução em relação à automação tradicional. Artigo da Fast Company Brasil descreve esses agentes como "a camada de IA que conecta e orquestra todas as ferramentas SaaS", executando tarefas que antes exigiam interação humana constante entre aplicativos.

Outro levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) em parceria com a IBM indica que 71% dos executivos brasileiros acreditam que agentes de IA irão conduzir processos transacionais e fluxos de trabalho até 2027. A indústria também já opera com a tecnologia em áreas diversas. Empresas como Embraer, Bosch e Tupy utilizam IA para atividades que vão de controle de qualidade à gestão de tráfego aéreo.

Setor de criação de software vive mudança profunda

No mercado de desenvolvimento de sites e plataformas digitais, os agentes de IA já começam a alterar o ciclo completo de produção. Reportagem da Exame aponta que a era em que o software era cobrado por usuário está se transformando. A IA escreve trechos de código, analisa estruturas e gerencia fluxos sem intervenção humana, o que exige novos modelos de valor.

Entre os impactos mais citados por especialistas e empresas do setor estão: geração automática de templates e códigos iniciais; sugestões de melhorias de performance, SEO, acessibilidade e segurança; monitoramento contínuo de erros, atualizações e integrações; conexão lógica entre CRM, CMS, automações de marketing e analytics; redução significativa do tempo de entrega e da necessidade de retrabalho técnico.

A combinação entre velocidade, autonomia e capacidade de análise torna o agente de IA um novo colaborador digital dentro das equipes de desenvolvimento. A Irya, empresa brasileira especializada em soluções digitais e desenvolvimento de plataformas sob medida, afirma que o avanço dos agentes de IA redefine o papel das equipes de tecnologia.

"Acreditamos que a verdadeira transformação não está em automatizar todo o fluxo de criação, mas em liberar tempo para que os agentes humanos possam se concentrar em inovação e estratégia. O uso da IA deve ser analisado conforme o contexto de cada empresa, sua organização e a maneira como as equipes utilizam a ferramenta. Ela pode ser um grande aliado, mas sua aplicação depende de como cada parte do processo é estruturada", afirma Diego Camarinha, Co-founder Irya.

"Entre nossos clientes, temos observado ganhos de velocidade em algumas frentes, ao mesmo tempo em que, dependendo do nível de adoção, a IA pode demandar mais tempo na etapa de revisão de código. Hoje, ela ainda não ocupa, de forma plena, o papel de um componente estrutural no desenvolvimento, mas essa é uma condição em transição", compartilha Rafael Manzo, Co-founder Irya.

"Com a evolução das ferramentas e o aumento da maturidade das empresas no uso da tecnologia, a tendência é que a IA se consolide cada vez mais como parte central do processo. Já é comum vermos organizações projetando 2026 como o ano em que a aplicação de IA estará diretamente ligada a ganhos relevantes de produtividade, assim como desenvolvedores que passam a dedicar mais tempo ao raciocínio, arquitetura e decisões de código, delegando à IA a execução operacional da escrita", complementa Rafael Manzo.

O avanço dos agentes de IA no Brasil, em especial no setor de software, aponta para um novo modelo de operação digital. O desenvolvimento deixa de ser linear e passa a ser contínuo, integrado e orientado por dados. As empresas que incorporarem esses agentes como parte central da produção tendem a ganhar velocidade, consistência e competitividade.

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