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Ações da Adapar no Noroeste reforçam combate ao greening e à deriva de agrotóxicos

Nesta semana, as operações “Big Citros” e “Agro +” mobilizaram 18 equipes, compostas por 35 fiscais e assistentes de fiscalização, nos municípios ...

Redação
Por: Redação Fonte: Secom Paraná
19/09/2025 às 11h40
Ações da Adapar no Noroeste reforçam combate ao greening e à deriva de agrotóxicos
Foto: Adapar

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) realizou nesta semana uma ação integrada na região Noroeste. As operações “Big Citros” e “Agro +” mobilizaram 18 equipes, compostas por 35 fiscais e assistentes de fiscalização, nos municípios de Paranavaí, Alto Paraná, Nova Esperança e Uniflor. O objetivo foi reforçar a vigilância nos pomares de citros e orientar os produtores sobre as formas corretas de manuseio e aplicação de agrotóxicos.

A Operação Big Citros concentrou esforços no enfrentamento ao greening, considerada a principal doença que atinge o grupo de plantas cítricas ao redor do mundo. Os fiscais vistoriaram pomares denunciados por não fazerem o controle adequado do psilídeo Diaphorina citri, inseto vetor da doença.

“Durante as inspeções, verificamos plantas com sintomas, a presença do inseto em diferentes fases e se os produtores estão utilizando armadilhas e cumprindo as recomendações técnicas para o controle do greening”, explica a chefe da Divisão de Sanidade da Citricultura da Adapar, Caroline Garbuio.

A Operação Agro + teve como foco a inspeção de pulverizadores agrícolas, simulando aplicações para verificar a calibração e o funcionamento dos equipamentos. O intuito foi reduzir a deriva de agrotóxicos, problema que pode causar prejuízos às lavouras vizinhas e à sericicultura, atividade bastante presente na região.

Em julho, uma operação similar foi realizada na região para promover a aplicação adequada de agrotóxicos, priorizando a eficiência no controle de pragas e doenças. “A iniciativa busca mitigar os problemas de deriva nas aplicações de agrotóxicos, garantindo mais segurança ao agricultor e ao meio ambiente”, disse o chefe da Divisão de Controle de Agrotóxicos da Adapar, Leandro Dadalt.

As operações ocorrem de forma complementar, contribuindo com a proteção dos pomares e com a manutenção da sanidade e viabilidade da citricultura paranaense.

O chefe do Departamento de Sanidade Vegetal (Desv) da Adapar, Paulo Brandão, destaca a importância dos trabalhos paralelos. “O trabalho conjunto de fiscalização e orientação contribui para reduzir riscos, preservar a produção e reforçar a confiança dos mercados na citricultura do Estado.

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