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UEPG cria curso superior de Tecnologia em Futebol

Foto: Reprodução/UEPG De forma inovadora, a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) criou um novo curso superior: o de Tecnologia em Futebol....

Redação
Por: Redação Fonte: UEPG
30/04/2026 às 13h41
UEPG cria curso superior de Tecnologia em Futebol
Foto: Reprodução/UEPG

Foto: Reprodução/UEPG
Foto: Reprodução/UEPG
De forma inovadora, a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) criou um novo curso superior: o de Tecnologia em Futebol. A instituição é a primeira universidade pública do Brasil a ofertá-lo, que visa formar profissionais para atuar no planejamento tático, arbitragem, preparação física e gestão do futebol. A criação do curso foi aprovada na reunião do Conselho Universitário na quinta-feira (23) e a primeira turma inicia já em agosto de 2026.

O curso será ofertado na modalidade híbrida, com aulas teóricas online e aulas práticas presenciais, por meio do Núcleo de Tecnologia e Educação Aberta e a Distância (Nutead), com duração de dois anos. Serão 150 vagas em três polos EAD.

Para Miguel Sanches Neto, reitor da UEPG, a criação do curso é simbólica, na medida em que contempla uma demanda da comunidade. “Mais uma inovação da UEPG, criar um tecnólogo voltado para formar profissionais do futebol, que atuam em cursos específicos, mas que precisam de uma habilitação”, enfatizou. “Com isso, ganha a comunidade, ganham os profissionais e ganha o ensino superior, que amplia sua área de atuação”.

Foto: Reprodução/UEPG
Foto: Reprodução/UEPG
O professor Rodolfo André Dellagrana, coordenador do curso, explica que a formação será composta por quatro módulos: o primeiro, com disciplinas gerais; o segundo sobre formação de jovens e adultos no futebol; o terceiro sobre futebol de alto rendimento; e o quarto, sobre futebol para a vida toda, que vai abordar como trabalhar o futebol no lazer e como uma atividade física. “Essa é uma demanda antiga do pessoal que trabalha com futebol e de várias entidades”, conta o professor. “Em alguns locais, o pessoal tem experiência com futebol, foi jogador ou trabalhou muito tempo com arbitragem, e quando eles vão atuar na área, eles não podem, porque não têm Cref”.

O registro no Conselho Regional de Educação Física (Cref), que é diferente do profissional de educação física, permite que os tecnólogos possam atuar na área. “Ele vai ter uma carteirinha que permite o trabalho especificamente com o futebol, seja em formação, em escolinha de futebol, seja em categoria de base ou até mesmo em clubes de futebol profissional”, enumera Rodolfo. Com a formação, será possível profissionalizar a atuação, além de ampliar o campo de trabalho para ex-atletas e profissionais do futebol.

Texto: Aline Jasper | Fotos: João Pizani e William Clarindo

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