

As reuniões contaram com as presenças do pró-reitor da Propesp, professor Renê Hellman; da diretora de pós-graduação, Simone Flach; e do assessor da Propesp, professor Bruno Pedroso. Foram analisadas as potencialidades e fragilidades de cada Programa, para aprimorar o âmbito quantitativo e qualitativo. Refletir sobre a avaliação da Capes e planejar os próximos passos são ações que a Propesp entende como fundamentais para auxiliar as coordenações do Programas. É o que destaca o pró-reitor, professor Renê. “Foi um trabalho já decorrente da Conferência Institucional de Pesquisa e Pós-Graduação , a partir da qual a Propesp sentiu a necessidade de atuar de forma mais ativa no auxílio às coordenações de pós-graduação. Nesse processo, destaco o valoroso trabalho dos coordenadores e coordenadoras e, em especial, do professor Bruno Pedroso e da professora Simone Flach, que atuaram de forma exemplar no planejamento das ações propostas”, salienta. 
Segundo a professora Simone, a atividade esteve alinhada ao Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), em que a Propesp direcionou ações para o fortalecimento da pós-graduação, incentivando o desenvolvimento de pesquisas que atendam às demandas sociais em âmbito local, regional, nacional e internacional. “Buscamos consolidar a atuação em pesquisa e inovação, além de ampliar os processos de internacionalização, contribuindo para a projeção institucional em nível global, uma estratégia para o planejamento coletivo e o fortalecimento contínuo da pós-graduação na UEPG”.
A Capes divulgou em janeiro deste ano a última avaliação quadrienal. Dos 27 programas da UEPG, os de Odontologia, Jornalismo, Ciências da Saúde, Computação Aplicada, Engenharia Sanitária e Ambiental, Educação Inclusiva e Direito aumentaram de conceito. Destaque para o PPG em Odontologia, que recebeu nota 6, a maior da UEPG até então. Além disso, outros 18 programas mantiveram a nota da avaliação passada, sendo cinco deles com nota 5. O professor Bruno explica que as reuniões ocorreram a partir da leitura das fichas de avaliação de cada PPG. “Passamos cerca de um mês para fazer todas essas 27 reuniões, e foi uma ação sem precedentes, pois nunca ocorreu nada perto disso anteriormente na UEPG, o que foi muito elogiado pelos coordenadores”, conta o professor, que complementa que o trabalho demandou a leitura de 1.500 páginas.
Texto e fotos: Jéssica Natal














