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Copel e G7 criarão grupos de trabalho para demandas do setor produtivo

Companhia irá analistar os casos específicos do grupo que reúne as lideranças dos setores industrial, agroindustrial e cooperativista do Estado e,...

Redação
Por: Redação Fonte: Secom Paraná
29/01/2026 às 15h17
Copel e G7 criarão grupos de trabalho para demandas do setor produtivo
Foto: Copel

A Copel e representantes das entidades que compõem o G7, grupo que reúne as lideranças do setor produtivo paranaense, vão formar grupos de trabalho para definir soluções de curto prazo a demandas por energia dos setores industrial, agroindustrial e cooperativista do Estado.

O alinhamento foi definido nesta quarta-feira (28) pelo presidente da companhia, Daniel Slaviero, em conjunto com os presidentes das entidades de classe, durante a primeira reunião do G7 deste ano, realizada na sede da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar).

“Temos objetivos comuns. Temos absolutamente o mesmo interesse, que é atender aos clientes. Vamos fazer um plano de ação para atuar em curtíssimo, curto, médio e longo prazos. Essa interlocução é muito importante”, afirmou Daniel Slaviero.

Na reunião, à qual esteve presente o vice-governador Darci Piana, participaram os presidentes do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken; da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Edson Vasconcelos; da Federação da Agricultura do Paraná (Faep), Ágide Eduardo Meneguette; e da Faciap, Flávio Furlan, que elencaram as necessidades de cada setor, com ênfase no primeiro atendimento às demandas dos representados pelas entidades. Também participou o vice-presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Luiz Gustavo Vidal Pinto.

“Teremos uma das maiores safras do Paraná. Devemos receber um pouco acima de 30 milhões de toneladas de grãos. A responsabilidade é enorme e temos a energia como insumo principal”, salientou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

O vice-governador Darci Piana destacou a importância da colaboração entre as partes envolvidas. Ele mencionou pontos críticos, como a necessidade de que empreendimentos de grande porte procurem a Copel antes de sua instalação, garantindo que a rede de energia esteja dimensionada para a futura operação. Além disso, ressaltou a importância da parceria no manejo vegetal, o cuidado com a regularidade da geração distribuída para evitar oscilações na rede e lembrou que produtores rurais podem solicitar a extensão da rede trifásica para suas propriedades com subsídios. “Estes assuntos são os que têm os maiores problemas”, afirmou.

SHOW RURAL- Como parte das ações em conjunto com o setor produtivo, a Copel estará presente no Show Rural Coopavel, entre os dias 9 e 13 de fevereiro, em Cascavel, no Oeste, com estande próprio e equipes técnicas para orientações e compartilhamento de informações sobre a conexão à nova rede trifásica, com 25 mil km implantados em todo o Paraná, dos quais 4,3 mil quilômetros na região Oeste para o atendimento a 50 municípios.

No próximo dia 10, equipes da companhia participarão da reunião com representados da entidade das regiões Oeste e Sudoeste para elencar as demandas locais. A Copel estará representada na reunião, conforme acordado na reunião do G7, bem como de outros encontros regionais da Fiep, com cronogramas ainda a serem definidos.

A Copel irá participar também, no próximo dia 9 de março, em Palmeira, nos Campos Gerais, no evento que abre o encontro de núcleos da Ocepar com as cooperativas Witmarsum e Cerwit. Na sequência, até o dia 12, a companhia também terá técnicos participando dos encontros regionais em Francisco Beltrão, nas Cooperativas de Beltrão; Medianeira, na Cooperativa Lar e em Campo Mourão, na Coamo.

RESULTADOS- Em relação às demandas trazidas durante a reunião, o presidente da Copel afirmou que a companhia irá analisar os casos específicos de cada entidade e encaminhar soluções. Aos representantes do G7, Daniel Slaviero sugeriu uma reunião de retorno para avaliar o avanço das ações. “Está clara a disposição e o trabalho que vamos fazer. Está clara a necessidade dos clientes relacionada ao tempo de resposta e recomposição da energia. Vamos nos reencontrar em 90 dias em uma reunião executiva para o andamento dos processos”, disse Slaviero.

Para o presidente da Fetranspar e coordenador do G7 na reunião, Sérgio Malucelli, a reunião com a Copel teve bom encaminhamento. “Na reunião tudo ficou bem encaminhado. A Copel entendeu os nossos problemas e vamos trabalhar em conjunto”, frisou.

O presidente da Copel esteve acompanhado do diretor-geral da Copel Distribuição, Marco Antônio Villela de Abreu; da diretora de Operação e Manutenção da Copel, Karine Torres e dos diretores Comercial, Julio Omori e de Comunicação, David Campos.

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