
A Universidade Estadual de Ponta Grossa tem orgulho de ser cotista. A distribuição de vagas nos processos seletivos foi implementada em 2007 e vem promovendo a equidade no acesso ao ensino público superior. Por meio desta ação afirmativa, centenas de alunas e de alunos tiveram a chance de construir trajetórias acadêmicas de sucesso, ajudando a Universidade a ser a grande instituição que ela é hoje. Formados, eles têm suas vidas e as de suas famílias transformadas, contribuindo para o desenvolvimento da sociedade como um todo.
Atualmente, as vagas nos 40 cursos de graduação da UEPG são divididas em: 5% para candidatos com deficiência; 5% para candidatos que se autodeclarem negros; 10% para candidatos que se autodeclarem negros oriundos de Instituições Públicas de Ensino; 40% aos candidatos oriundos de Instituições Públicas de Ensino.
A UEPG reitera o seu compromisso com a política de cotas, que é uma forma de reparação histórica e de justiça social, que visa diminuir as desigualdades estruturais, garantindo acesso à educação superior a grupos sub-representados. As cotas devem ser mantidas e defendidas por todos aqueles que acreditam num futuro melhor para o Brasil e para os brasileiros.
Assim, a UEPG repudia veemente todo e qualquer ataque a esta política, tal como foi feito pelo vereador Paulo Balansin (União Brasil de Ponta Grossa) que, para além de ser equivocado, é extremamente desrespeitoso para com os nossos estudantes e com a Universidade. Recentemente, o curso de Medicina da UEPG ficou entre os melhores do país, e ele também é composto por alunos que ingressaram por este sistema. Não há prova mais contundente da qualidade de nossos estudantes e da eficácia das cotas.


