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Cresce a oferta de Fundos Imobiliários na Bolsa de Valores

Cada vez mais fundos de investimento imobiliários (FIIs) são listados na Bolsa, como ZAVI11, da Zavit Capital, cujas cotas passam a ser negociadas...

Redação
Por: Redação Fonte: Agência Dino
18/11/2022 às 18h35

Cada vez mais FIIs (Fundos de Investimentos Imobiliários) estão sendo listados na Bolsa de Valores (B3), facilitando a compra de cotas por qualquer pessoa física. Até o início de novembro já eram 437 os fundos desse tipo listados na B3.

Os dados do boletim mensal da instituição mostram que, de dezembro de 2021 a agosto deste ano (último número disponível), o total de fundos aumentou de 402 para 437. No mesmo período, o número de fundos registrados na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) saltou de 697 para 762. E o total de investidores registrou um avanço de 1,5 milhão para 1,9 milhão.

Os FIIs são a forma cada vez mais popular de aplicar recursos no mercado imobiliário, sejam imóveis físicos, como shoppings, galpões e edifícios comerciais ou títulos lastreados no setor. Por meio da aquisição das cotas de um fundo, o investidor aplica recursos no segmento sem a necessidade de ter que comprar ou administrar um imóvel, por exemplo. Dentre as características do produto, estão: a isenção de imposto de renda para pessoas físicas, facilidade de administração quando comparado ao aluguel de um imóvel tradicional, menor aporte inicial e distribuição periódica dos lucros.

De olho no aumento do número de investidores, tanto pessoas físicas quanto profissionais e qualificados, as gestoras continuam listando FIIs na Bolsa de Valores. Para Eduardo Magalnic, sócio da Zavit Capital, gestora que fez a listagem do FII ZAVI11 na B3 no final de outubro, a oferta desses produtos aos investidores qualificados e de varejo não dá sinais de arrefecer.

Se por um lado o cenário macroeconômico mais desafiador tem dificultado novas emissões e captações, por outro, as gestoras com estratégias anticíclicas que conseguiram se capitalizar, obtiveram uma vantagem competitiva relevante ao adquirir ativos em um cenário de preços depreciados pela escassez de liquidez, trazendo este benefício aos seus cotistas através de bons portfólios com preços defensivos", analisa o executivo.

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