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Ipardes apresenta índice de preços de alimentos mais completo e abrangente

Nova edição do Índice Ipardes de Preço Regional (IPR) tem ampliação do número de cidades e de produtos pesquisados. O levantamento, que até então ...

Redação
Por: Redação Fonte: Secom Paraná
12/08/2025 às 14h53
Ipardes apresenta índice de preços de alimentos mais completo e abrangente
Foto: SECOM

O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) lançou nesta terça-feira (12) a nova edição do Índice Ipardes de Preço Regional (IPR) com a ampliação do número de cidades e produtos pesquisados. O levantamento, que até então abrangia seis, passou a analisar os preços em nove municípios, enquanto que o número de produtos passou de 35 para 91.

A primeira divulgação do índice mais completo e abrangente confirmou a tendência de queda dos preços de alimentos em todo o Paraná. Em julho, segundo a pesquisa, os preços no Estado caíram 0,72%. É a segunda queda consecutiva no índice, que em junho, ainda com a metodologia antiga, tinha registrado variação de –0,53%.

O Paraná é o único estado do Brasil que apresenta um índice de preços de alimentos e bebidas por regiões. Para o secretário do Planejamento, Ulisses Maia, as novidades no IPR aumentam a relevância dos dados que serão apurados pelos técnicos do Ipardes. “Estas ampliações possibilitarão um levantamento mais completo e preciso sobre os preços dos alimentos e bebidas nas diferentes regiões do Estado”, disse o secretário.

Os três novos municípios abrangidos pelo IPR são Pato Branco, Umuarama e Guarapuava. O levantamento, realizado mensalmente desde 2022 pelo Ipardes, já analisava os preços de alimentos e bebidas em Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel, Ponta Grossa e Foz do Iguaçu. Em toda elas, houve queda nos preços na comparação mensal.

“O aumento do número de municípios e de itens dará ainda mais densidade ao levantamento, que é referência no Paraná para a análise do comportamento dos preços dos produtos consumidos nos domicílios do Estado. Isso vai ajudar tanto os consumidores, quanto os comerciantes a entenderem como estão as movimentações do mercado interno paranaense”, avaliou o diretor-presidente do Ipardes, Jorge Callado.

IPR –A redução dos preços foi puxada, principalmente, pela safra de tubérculos, raízes e legumes. Com uma maior oferta destes produtos, como batata e cebola, o subgrupo destes alimentos teve variação negativa de 12,05% no mês. Na sequência, as maiores quedas de preço foram registradas pelos ovos de galinha (-5,68%) e cereais (-3,51%). Dos 18 subgrupos alimentares pesquisados, 10 registraram quedas.

“Mais da metade dos subgrupos de alimentos registraram queda, confirmando uma tendência iniciada em junho. Por este comportamento, podemos esperar que esta redução de preços se mantenha pelos próximos meses”, afirmou o diretor de estatística do Ipardes, Marcelo Antônio.

Em relação aos municípios, a maior queda nos preços em julho aconteceu em Foz do Iguaçu, com variação de –1,09%, seguido por Londrina (-0,92%), Curitiba (-0,89%), Maringá (-0,87%), Umuarama (-0,86%), Ponta Grossa (-0,69%), Cascavel (-0,67%), Pato Branco (--0,34%) e Guarapuava (-0,20%).

Os resultados do IPR estão disponíveis no painel interativo no site do Ipardes, na aba de estatísticas.

METODOLOGIA –O Índice de Preços Regional de Alimentos e Bebidas é calculado desde 2022, oferecendo à sociedade um índice confiável para que os paranaenses possam planejar seus orçamentos familiares e para que os empreendedores possam entender as movimentações do mercado local.

O levantamento se utiliza das notas fiscais eletrônicas, o que garante uma alta precisão do índice. Além do maior número de municípios pesquisados, que garante um entendimento mais detalhado do comportamento dos preços em todas as regiões do Estado, houve um crescimento no número de produtos e estabelecimentos usados na amostra.

O número de produtos pesquisados aumentou de 35 para 91. Já o número de estabelecimentos cresceu de 366 para 583. Com isso, o total de notas fiscais analisadas para a composição do índice salta de 400 mil para 2,5 milhões por mês.

“Conseguimos captar os preços de tudo aquilo que os paranaenses consomem e transformar essas informações na variação do índice de preços. Tecnicamente, a ampliação foi feita para termos um indicador mais preciso das variações do que as pessoas consomem, tornando o levantamento mais assertivo”, afirmou Marcelo Antônio.

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