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PCPR deflagra operação contra empresas de emplacamento ligadas a fraudes veiculares

A ação conta com o apoio técnico dos Departamentos de Trânsito do Estado do Paraná e de São Paulo para o cumprimento das ordens judiciais, especia...

Redação
Por: Redação Fonte: Secom Paraná
05/08/2025 às 10h48
PCPR deflagra operação contra empresas de emplacamento ligadas a fraudes veiculares
Foto: PCPR

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas na manhã desta terça-feira (5) para cumprir 14 mandados de busca e apreensão em 11 empresas emplacadoras de veículos. A ação acontece simultaneamente em Curitiba, Piraquara, Colombo, Campina Grande do Sul, Pinhais, Fazenda Rio Grande e Guaratuba, no Paraná, além de São Paulo e Santo André, no estado de São Paulo.

A ação conta com o apoio técnico dos Departamentos de Trânsito do Estado do Paraná e de São Paulo para o cumprimento das ordens judiciais, especialmente na verificação da regularidade cadastral das emplacadoras e no cruzamento de dados relativos à emissão de placas padrão Mercosul.

As buscas têm como objetivo recolher documentos, mídias e outros elementos de prova que demonstrem a participação de proprietários, sócios ou funcionários dessas empresas no esquema criminoso que favorece a atuação de grupos especializados em furto, roubo e revenda de veículos adulterados.

Com o material apreendido, a PCPR aprofundará a análise para definir as responsabilidades individuais e identificar eventuais vínculos com organizações criminosas atuantes na região.

A investigação teve início em agosto de 2024, quando veículos apreendidos com sinais identificadores adulterados passaram a ser analisados pela PCPR. A perícia técnica revelou que diversos desses automóveis e motocicletas eram, na verdade, produtos de furto ou roubo.

Durante as apurações, os policiais civis rastrearam a origem das placas padrão Mercosul aplicadas nos veículos ilícitos, chegando até empresas emplacadoras responsáveis pela estampagem.

"Das 11 empresas investigadas, oito pertencem, formal ou informalmente, a membros de uma mesma família, o que reforça a suspeita da existência de uma estrutura organizada voltada ao suporte logístico do crime”, destaca a delegada Anna Karyne Turbay.

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