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Força-tarefa cumpre 15 mandados de busca e apreensão na terceira fase da Operação Expresso

O objeto da investigação é desmantelar um esquema criminoso de sonegação de impostos e creditação indevida de Imposto sobre Circulação de Mercador...

Redação
Por: Redação Fonte: Secom Paraná
04/11/2022 às 08h40

A Polícia Civil do Paraná (PCPR), em conjunto com Receita Federal, Receita Estadual, Polícia Científica, Ministério Público do Paraná (MPPR) e Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), cumpriu 15 ordens judiciais contra uma organização criminosa suspeita de praticar fraudes fiscais na manhã desta sexta-feira (4). Os mandados de busca e apreensão aconteceram em Londrina, Porto Rico e Sertanópolis, no Paraná, e Colatina e Guaçuí, no Espírito Santo.

Durante essa ação, que é a terceira fase da Operação Expresso, 28 policiais e 24 auditores estão nas ruas. Nas duas primeiras etapas, a equipe policial detectou a emissão de mais R$ 1 bilhão em notas fiscais falsas na compra e venda de café em grão cru. Aos cofres do Paraná, foram mais de R$ 100 milhões em notas fiscais falsas emitidas, gerando o mesmo montante em prejuízo financeiro.

O objeto da investigação é desmantelar um esquema criminoso de sonegação de impostos e creditação indevida de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na compra e venda de café em grão cru, decorrente de comercializações interestaduais. 

Nesta mesma data, o Ministério Público de Minas Gerais estará cumprido mandados de busca e apreensão e sequestro de bens no referente estado em desfavor do mesmo grupo empresarial investigado, diante de sonegações ocorridas, decorrente de dívida tributária já constituída, fruto de simulações de venda de café em grão. 

ESQUEMA– De acordo com a força-tarefa, atacadistas e corretores de café de Londrina e região possibilitavam a diversas torrefações do Paraná a aquisição do café em grão cru como se estivessem sendo comercializados apenas internamente no Paraná, acarretando no não recolhimento imediato do tributo (ICMS).

Todavia, a mercadoria era oriunda de Minas Gerais e do Espírito Santo, comercializada por cooperativas e produtores rurais desses estados, sendo as notas fiscais destinadas a empresas de fachada, as chamadas “noteiras”, as quais, por sua vez, emitiam notas fiscais inidôneas às atacadistas paranaenses, possibilitando a estas a creditação indevida de ICMS no Paraná

Nas aquisição irregulares do café em grão cru, os destinatários do Paraná se beneficiavam com o crédito de milhões de reais em ICMS de operações interestaduais fraudulentas que nunca foram pagos. 

Entre janeiro de 2018 a agosto de 2022, o grupo empresarial paranaense creditou-se indevidamente de, aproximadamente, R$ 18 milhões em ICMS decorrentes de operações fraudulentas.

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