21°C 30°C
Maringá, PR
Publicidade

PIB cresceu mais rápido depois da pandemia, diz estudo da Fiemg

Recuperação acelerada foi impulsionada pelo aumento do consumo

Redação
Por: Redação Fonte: Agência Brasil
28/03/2025 às 17h23
PIB cresceu mais rápido depois da pandemia, diz estudo da Fiemg
© Tomaz Silva/Agência Brasil

A economia brasileira no triênio pós-pandemia, de 2022 a 2024, cresceu em ritmo duas vezes maior do que o registrado nos três anos anteriores à covid-19.

Estudo divulgado nesta sexta-feira (28) pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) mostra que, entre 2017 e 2019, o Produto Interno Bruto (PIB) aumentou, em média, 1,4%. Já entre 2022 e 2024, a alta foi de 3,2%.

O levantamento aponta que essa recuperação acelerada foi impulsionada pelo aumento do consumo , fortalecido pela recuperação do mercado de trabalho e pela ampliação do crédito.

A alta foi concentrada no setor de serviços , que teve expansão de 15,9% entre 2022 e 2024. Em Minas Gerais, destacada no levantamento, esse aumento foi ainda mais intenso, com crescimento de 32,7%.

A expansão neste segmento começou durante a pandemia, em junho de 2020, e foi acelerada pelo crescimento rápido da digitalização do consumo, tanto em empresas consolidadas quanto em novos negócios.

A indústria teve uma recuperação inicial rápida e voltou aos níveis pré-pandemia em agosto de 2020, mas perdeu fôlego a partir de 2021, com períodos de estagnação.

“A indústria reagiu bem ao choque inicial, mas depois enfrentou obstáculos, como a inflação elevada e a necessidade de ajustes na política monetária. Ainda assim, o setor segue sendo essencial para garantir um crescimento sustentado no longo prazo”, explica Flávio Roscoe, presidente da Fiemg.

Segundo a Fiemg, este ciclo de crescimento foi ancorado em políticas de estímulo fiscais e monetárias, mas com um efeito colateral, em parte, difícil de administrar: o aumento da inflação. A federação avalia que a ferramenta utilizada para reequilibrar a relação entre capital produtivo, remuneração da força de trabalho e consumo das famílias foi o aumento na taxa básica de juros (Selic), que se estende até hoje.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Maringá, PR
21°
Tempo nublado
Mín. 21° Máx. 30°
22° Sensação
1.03 km/h Vento
100% Umidade
100% (2.88mm) Chance chuva
06h28 Nascer do sol
18h46 Pôr do sol
Sexta
31° 17°
Sábado
32° 19°
Domingo
32° 19°
Segunda
30° 20°
Terça
32° 18°
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Anúncio
Economia
Dólar
R$ 5,16 -0,04%
Euro
R$ 5,96 -0,19%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 379,907,26 -1,52%
Ibovespa
183,969,34 pts 0.28%
Publicidade
Anúncio
Publicidade
Anúncio
Enquete
Nenhuma enquete cadastrada
Publicidade