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Zenaide pede campanha nacional para frear disseminação de sífilis congênita

A senadora Zenaide Maia (PSD-RN) chamou atenção, em pronunciamento na quarta-feira (10), para o aumento de casos de sífilis congênita no Brasil. Ze...

Redação
Por: Redação Fonte: Agência Senado
11/05/2023 às 11h15

A senadora Zenaide Maia (PSD-RN) chamou atenção, em pronunciamento na quarta-feira (10), para o aumento de casos de sífilis congênita no Brasil. Zenaide afirmou que a doença pode atacar gestantes, causando perigo de contaminação ao bebê, com risco de morte para a criança. A parlamentar destacou que a doença é uma infecção sexualmente transmissível, curável, mas que pode não apresentar sintomas em um primeiro momento. Com isso, precisa ser detectada por meio de teste.

A senadora citou pesquisa divulgada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) segundo a qual foram registrados mais de 93 mil casos de sífilis congênita no Brasil entre 2011 e 2017, tendo causado a morte de 2.476 bebês e crianças nesse período. E, de 2017 para cá, continuou a senadora ,o número de casos disparou, chegando a 27.019 registros somente no Rio de Janeiro em 2021, o que levou 188 crianças à morte.

Zenaide ressaltou que os números são muito graves e mostram uma falha na rede de assistência básica.

— O rastreamento de sífilis durante a gestação é simples. A sífilis tem cura desde a descoberta da penicilina. Então, em relação à incidência aumentada de sífilis congênita, levando a óbitos crianças deste país. Inclusive Rio de Janeiro e vários estados estão de sobreaviso com isso. Nós precisamos sim de um esforço coletivo para dar visibilidade a isso— afirmou.

Ela salientou que os meios de comunicação do Senado podem ajudar a evitar a propagação da doença e a morte de tantas crianças.

— Esta Casa pode, sim, pedir o apoio da sociedade para que não permitamos que aumente a mortalidade infantil por uma doença perfeitamente evitável e de fácil diagnóstico. [...] Como nesta Casa nós temos meios de comunicação, tanto a TV como a rádio [...], vamos convocar a sociedade para evitar que a gente perca nossos recém-nascidos de uma doença de fácil diagnóstico, muito pouco custo para tratamento. Então, são mortes evitáveis para as quais precisamos chamar a atenção da sociedade. E nesta Casa nós temos a responsabilidade com isso — afirmou.

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