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Grupo de Teatro Científico leva peça para Instituto Carlos Chagas em Curitiba
Foto: Reprodução/UEPG Um dia emblemático para o Grupo de Teatro Científico da Universidade Estadual de Ponta Grossa (GTC-UEPG). Pela primeira vez,...
15/04/2026 13h48
Por: Redação Fonte: UEPG

Foto: Reprodução/UEPG
Um dia emblemático para o Grupo de Teatro Científico da Universidade Estadual de Ponta Grossa (GTC-UEPG). Pela primeira vez, nesta segunda-feira (13), o projeto de extensão apresentou sua peça ‘Coração em Chagas’, no Instituto Carlos Chagas – Fiocruz, em Curitiba. A apresentação ocorreu na mesma semana em que é marcado o Dia Mundial da Doença de Chagas (14 de abril) – o cientista brasileiro que descobriu a doença inspira a peça da UEPG.

Carlos Ribeiro Justiniano das Chagas foi um cientista, médico sanitarista, infectologista e bacteriologista brasileiro, que trabalhou como clínico, professor e pesquisador. A trajetória pessoal e profissional até a caracterização do Trypanosoma cruzi, parasita causador da Doença de Chagas, foi narrada por uma trupe de cinco artistas, em um espetáculo de aproximadamente 50 minutos.

“Foi uma experiência muito diferente, porque na Fiocruz a gente fala com uma audiência muito especializada. Todos os pesquisadores que estavam ali têm uma profundidade de pesquisa no tema muito grande”, descreve a coordenadora do GTC, professora Leila Freire. Apesar de ser algo que gerou certo nervosismo, Leila conta da reafirmação do GTC como canal de divulgação científica. “O teatro gera uma experiência estética, então trazer esse tema aqui na Fiocruz foi bem importante pra gente”.

Foto: Reprodução/UEPG

O GTC faz parte do Napi Paraná Faz Ciência e na UEPG está ligado ao Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação (Proext-PG). “Trabalhamos em dois eixos, um de formação e de qualificação de pessoas e o outro eixo em divulgação e popularização da ciência, a partir de parcerias que a gente estabelece com diferentes segmentos da sociedade”, conta Leila. Com essa experiência, o Grupo busca qualificar a população na ciência e planeja produzir duas peças novas neste ano. “A demanda por esse tipo de divulgação científica tem sido muito grande, e vamos buscando formar a comunidade que é externa à Universidade, para que outros grupos também possam desenvolver suas ações de teatro científico”, completa.

A plateia, atenta, aplaudiu de pé ao final da apresentação. Letusa Albrecht, vice-diretora de ensino, informação e comunicação no Instituto Carlos Chagas Paraná, descreve a experiência de assistir à peça como leve e informativa: “no dia a dia a gente acaba sempre nos preocupando com os trabalhos acadêmicos e esquecemos que isso [a informação] pode ser leve também. Eu acho que o grupo trouxe, com muita leveza, com muita diversão, uma história séria sobre ciência e informações importantes de uma maneira extremamente gostosa, então, para mim a experiência foi maravilhosa”, conta. No mesmo dia, o Grupo também apresentou a peça no Colégio Estadual Rodolpho Zanineli.

Texto e fotos: Jéssica Natal

Foto: Reprodução/UEPG
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